Em 30 de junho de 2026, os vídeos de produtos enviados pelo atributo video_link passaram a ser elegíveis para veiculação nas superfícies de shopping do Google. O Google também começou a aplicar validação de políticas e de qualidade a todos os vídeos enviados.
Essa data já passou. Isso significa que o campo não é mais um item "em breve" na especificação — ele está ativo, está sendo verificado, e um pequeno número de lojistas já mostra movimento em uma grade de produtos em que todos os outros mostram uma foto estática.
Este guia cobre a especificação completa, o único trecho da documentação que confunde quase todo mundo, exemplos de feed funcionais em XML e TSV, os erros que impedem silenciosamente a veiculação dos vídeos e um plano realista para implementar isso em um catálogo com mais do que um punhado de SKUs.
A linha do tempo e onde estamos nela
| Data | O que aconteceu |
|---|---|
| 14 de abril de 2026 | O video_link passou a poder ser enviado. O Google informava apenas erros de validação técnica — URLs malformadas, tipos de arquivo errados. Nada era veiculado. Essa foi a janela segura de testes. |
| 30 de junho de 2026 | Os vídeos passaram a ser elegíveis para veiculação. A validação de políticas e de qualidade começou. Avisos e erros começaram a aparecer no Merchant Center. |
| Agora | Tudo o que você envia hoje é validado quanto a políticas e qualidade e pode ser veiculado. |
| 31 de janeiro de 2027 | Sem relação direta, mas da mesma atualização da especificação: a resolução mínima de imagem de 500×500 passa a ser exigida. Vale tratar no mesmo sprint de catálogo. |
Um detalhe estrutural importa mais do que parece à primeira vista: um vídeo reprovado não derruba a oferta do produto. Se um vídeo falhar na validação de políticas ou de qualidade, o vídeo é bloqueado e o produto continua sendo veiculado com suas imagens estáticas exatamente como antes.
O risco de enviar um vídeo é perder o vídeo. Não o anúncio. Essa assimetria é todo o argumento para agir agora, em vez de esperar pelo estudo de caso de outra empresa.
Para que serve, de fato, o video_link
O video_link é um atributo opcional e repetível que contém URLs de vídeos de produtos. O Google os usa para enriquecer a forma como o produto é exibido em suas superfícies — mostrando o item de ângulos que uma única foto não consegue cobrir, ou mostrando-o em uso.
A palavra-chave é produto. Este não é um campo para o seu filme institucional, a história do fundador ou a edição de campanha que foi bem avaliada em uma reunião de marca. As próprias orientações do Google são explícitas: os vídeos devem ser específicos do produto apresentado, e não representar a empresa como um todo.
O filtro prático que damos aos clientes é uma única pergunta:
Que dúvida este vídeo elimina?
Se um vídeo não responde a uma pergunta que o comprador realmente está fazendo — qual é o tamanho, como se movimenta, como o tecido se comporta na luz, quão difícil é a montagem, quanto barulho faz —, ele será enviado, talvez até aprovado, e não fará nada.
A questão do YouTube — e por que metade da internet está errada
Esta é a maior fonte de confusão em torno do video_link, então vale a pena ser preciso.
Quando o atributo surgiu, no fim de 2024, várias publicações de PPC informaram que URLs do YouTube não eram aceitas no Merchant Center e que essa era a diferença em relação ao atributo equivalente no Manufacturer Center. Esses artigos ainda circulam e ainda aparecem bem ranqueados.
A especificação atual diz o contrário. A documentação do Merchant Center para o video_link afirma que a URL pode ser uma URL do YouTube ou uma URL de outro site de hospedagem de vídeos.
A regra que realmente importa é a segunda metade dessa frase, e é justamente a parte que as pessoas pulam:
Se você não estiver usando uma URL do YouTube, a URL deve apontar diretamente para um arquivo de vídeo bruto. Ela não pode apontar para uma landing page que contenha um player de vídeo.
É aí que a maioria das implementações falha. O lojista coloca a URL da página do produto, ou de uma página de exibição do Vimeo, ou de uma página do app de widget de vídeo. Todas elas são páginas HTML com um player incorporado. O Google precisa do arquivo.
Errado:
https://example.com/products/oak-dining-chair
https://vimeo.com/123456789
https://example.com/videos/player?id=chair-01
Certo:
https://cdn.example.com/videos/oak-dining-chair-360.mp4
https://storage.googleapis.com/example-media/oak-dining-chair-360.mp4
https://www.youtube.com/watch?v=XXXXXXXXXXX
Se você tem vídeos no seu site hoje por meio de um widget de vídeo ou de um app de UGC, não presuma que o Google consegue vê-los. A maioria dessas ferramentas renderiza dentro de widgets JavaScript que o rastreador não consegue ler, em páginas sem schema de vídeo e sem sitemap de vídeo. Os vídeos existem para os compradores e não existem para o Google. Enviá-los pelo video_link como URLs de página não resolve isso — você precisa do arquivo subjacente.
A especificação completa
| Requisito | Valor |
|---|---|
| Obrigatório? | Opcional, por produto |
| Tipo | URL de vídeo começando com http:// ou https://, apenas caracteres ASCII, em conformidade com a RFC 3986 |
| Limite de caracteres | 2.000 |
| Repetível | Sim — até 10 vídeos por produto |
| Formatos de arquivo aceitos | .MPG, .MP4, .WMV, .AVI, .MOV, .FLV, .MPEG-1, .MPEGPS |
| Duração | Entre 6 e 240 segundos |
| Tamanho máximo do arquivo | 500 MB |
| Proporção | 9:16, 16:9 ou 1:1 |
| Resolução mínima | 720p (1280×720) |
| Áudio | Opcional |
| Direitos | Você precisa ter os direitos de licenciamento do conteúdo para uso em marketing. O Google não paga criadores; qualquer remuneração de criadores é tratada diretamente entre a marca e o criador. |
| Acessibilidade | Acessível publicamente. O Googlebot precisa conseguir buscá-lo sem login, sem permissões especiais e sem restrições no robots.txt. |
| Estabilidade da URL | Estática, sem expiração, não reutilizada para outro vídeo e rastreável. |
| Qualidade | Sem desfoque nem falta de foco. Sem barras pretas em nenhuma borda. |
Dois desses itens merecem destaque, porque falham silenciosamente.
Estabilidade da URL. Se a sua CDN gera URLs assinadas com prazo de expiração, ou se a sua biblioteca de mídia muda os caminhos a cada novo upload, seus vídeos serão validados no primeiro dia e desaparecerão depois. Use caminhos permanentes e estáveis.
robots.txt. Um número surpreendente de lojistas bloqueia os diretórios /media/, /assets/ ou /cdn/ por hábito. Se os seus arquivos de vídeo estiverem atrás de uma dessas regras, o Googlebot não consegue buscá-los e o vídeo não será veiculado — sem nenhum sintoma evidente no próprio produto.
Como enviar
Feed XML
<item>
<g:id>OAK-CHAIR-NAT</g:id>
<g:title>Oak Dining Chair, Natural Finish</g:title>
<g:link>https://example.com/products/oak-dining-chair</g:link>
<g:image_link>https://cdn.example.com/img/oak-chair-01.jpg</g:image_link>
<g:price>4499.00 TRY</g:price>
<g:availability>in_stock</g:availability>
<g:video_link>https://cdn.example.com/video/oak-chair-360.mp4</g:video_link>
</item>
Para mais de um vídeo, repita o elemento:
<g:video_link>https://cdn.example.com/video/oak-chair-360.mp4</g:video_link>
<g:video_link>https://cdn.example.com/video/oak-chair-assembly.mp4</g:video_link>
<g:video_link>https://cdn.example.com/video/oak-chair-in-room.mp4</g:video_link>
Feed de texto / TSV
Uma coluna chamada video_link. Para vários vídeos, separe as URLs com vírgula:
id title image_link video_link
OAK-CHAIR-NAT Oak Dining Chair, Natural Finish https://cdn.example.com/img/oak-chair-01.jpg https://cdn.example.com/video/oak-chair-360.mp4, https://cdn.example.com/video/oak-chair-assembly.mp4
Como a vírgula é o separador, qualquer vírgula dentro de uma URL deve ser codificada como %2C. Caso contrário, uma única URL é interpretada como duas URLs quebradas. Esse é o erro de formatação mais comum que vemos em feeds de texto, e a mensagem de erro resultante aponta para a URL, e não para a codificação, o que faz as pessoas procurarem no lugar errado.
Feed suplementar
Você não precisa reconstruir seu feed principal para lançar isso. Um feed suplementar com chave em id e uma única coluna video_link costuma ser o caminho mais rápido, principalmente se a sua biblioteca de vídeos for gerenciada por uma equipe diferente da que cuida dos dados de produtos.
id video_link
OAK-CHAIR-NAT https://cdn.example.com/video/oak-chair-360.mp4
OAK-CHAIR-BLK https://cdn.example.com/video/oak-chair-360.mp4
WAL-TABLE-180 https://cdn.example.com/video/walnut-table-180.mp4
Observe a segunda linha: duas variantes de cor da mesma cadeira apontando para o mesmo vídeo. Esse é um padrão legítimo e útil, explicado abaixo.
Mapeando vídeos em um catálogo real
Para uma loja com 40 SKUs, você cola as URLs em uma planilha e pronto. Para uma loja com 40.000, o problema interessante não é o atributo — é a junção entre a sua biblioteca de vídeos e os seus dados de produtos.
Quatro padrões cobrem a maioria dos catálogos.
1. Um vídeo por produto pai, herdado por todas as variantes.
Uma cadeira de jantar filmada uma vez, mapeada para os seis acabamentos. Um vestido filmado uma vez, mapeado para os oito tamanhos. Faça a junção pelo item_group_id, e não pelo id. Esse é, de longe, o mapeamento de maior impacto: uma única gravação cobre dezenas de itens.
2. Um vídeo por cor, herdado por todos os tamanhos.
Moda, em que a cor é o que o vídeo realmente mostra e o tamanho não. Faça a junção por item_group_id + color.
3. Alternativa no nível da categoria.
Um vídeo de montagem ou de cuidados que se aplica legitimamente a toda uma linha — "como o nosso sistema de sofá modular se encaixa", "como curar uma panela de ferro fundido". Use-o como segundo ou terceiro vídeo, nunca como o único. Um produto com apenas um vídeo genérico da categoria é exatamente o que as orientações do Google desaconselham.
4. Sem vídeo, e tudo bem.
O atributo é opcional, e uma cobertura parcial é normal. O que você deve evitar é enviar um video_link vazio ou com valor provisório. A lógica condicional na camada do seu feed deve gerar o campo somente quando houver uma URL válida.
Na Feedance, isso é uma regra de feed: mapeie o video_link a partir da sua fonte de mídia, com junção pelo item_group_id, e com o campo suprimido quando a busca não retornar nada. Configure uma vez, aplique a cada atualização do feed, sem manutenção manual conforme novos SKUs chegam.
O que filmar de fato, por categoria
A especificação diz o que um vídeo pode ser. Ela não diz o que um vídeo deve ser. Veja o que temos visto funcionar, com base no teste de eliminação de dúvidas.
| Categoria | A dúvida | O vídeo |
|---|---|---|
| Móveis | Escala e como fica em um ambiente real | 360° lento em fundo neutro, depois 4–5 segundos em um ambiente mobiliado com uma referência de escala reconhecível. 15–20s. |
| Moda | Caimento, movimento, como o tecido se comporta | Modelo caminhando e girando, na cor real. Flat lays estáticos não acrescentam nada que uma foto já não mostre. 8–12s. |
| Cosméticos | Textura, pigmentação, acabamento | Swatch na pele e, depois, o produto aplicado. Aqui, uma iluminação consistente importa mais do que o valor de produção. 10–15s. |
| Eletrodomésticos / eletrônicos | Tamanho, controles, ruído, o que a instalação envolve | Mãos operando o aparelho, em velocidade real. Resista à tentação de acelerar — todo o valor está em mostrar a interação real. 20–30s. |
| Têxteis para casa | Peso, textura, cor real | Tecido se movendo na mão, macro em close e, depois, o item no lugar. 10–15s. |
| Ferramentas / ferragens | Encaixe, compatibilidade, durabilidade | A ferramenta em uso no material a que se destina. 15–25s. |
| Alimentos e bebidas | Tamanho da porção, embalagem, preparo | Embalagem na mão para dar escala e, depois, o produto servido ou despejado. 8–15s. |
Regras que valem para todas as categorias:
- Os dois primeiros segundos decidem. Uma vinheta com o logotipo no início desperdiça a única parte do vídeo que a maioria dos compradores vai ver. Abra com o produto.
- O som é opcional — então pense no silêncio. A maioria desses vídeos é reproduzida sem som. Se o seu vídeo só funciona com narração, ele não funciona.
- Combine a proporção com a superfície. 1:1 é o formato único mais seguro se você for produzir uma só versão. Se for produzir duas, produza 1:1 e 9:16.
- Sem barras pretas. Isso geralmente acontece quando um arquivo 16:9 recebe preenchimento para caber em um quadro 1:1 na exportação. Recorte em vez de preencher.
Os oito erros que bloqueiam vídeos
| Erro | O que está acontecendo | Solução |
|---|---|---|
| A URL aponta para uma landing page | A URL retorna HTML, e não um arquivo de vídeo | Use a URL do arquivo bruto ou uma URL do YouTube |
| Formato de arquivo não suportado | .webm, .mkv, .m3u8 e streams HLS não estão na lista aceita | Recodifique para .mp4 |
| Vídeo curto ou longo demais | Menos de 6 segundos ou mais de 240 | Reedite dentro do intervalo; 8–30s é o ponto ideal na prática |
| Resolução abaixo de 720p | Arquivos antigos ou fornecidos por fornecedores | Recodifique a partir da fonte em 1280×720 ou mais |
| Não rastreável | Bloqueio no robots.txt, URL assinada ou exigência de login no caminho da mídia | Libere o Googlebot no diretório de mídia; use URLs permanentes e não assinadas |
| URL malformada em feed de texto | Uma vírgula não codificada dividiu uma URL em duas | Codifique as vírgulas como %2C |
| Barras pretas | 16:9 preenchido em um quadro 1:1 na exportação | Recorte em vez de preencher |
| Vídeo genérico da marca | Vídeo institucional enviado para todos os SKUs | Substitua por imagens específicas do produto ou retire o campo desses itens |
Para encontrá-los: Merchant Center → Precisa de atenção (Needs attention). Os problemas de vídeo são informados lá, junto com todo o resto. Como uma falha de vídeo nunca reprova o produto, nada mais na sua conta vai alertar você — é preciso ir até lá conferir.
Vale incorporar à sua rotina: se você já faz monitoramento do feed para anomalias de preço, estoque e número de produtos, adicione a taxa de cobertura de vídeos ao mesmo painel. Uma queda repentina no número de itens com um video_link válido geralmente significa que um caminho da CDN mudou, e você vai querer saber disso em horas, e não na próxima revisão mensal.
De onde vêm os vídeos
Esta é a restrição real. O trabalho no feed leva algumas horas. Produzir vídeos para um catálogo, não.
Quatro fontes, em ordem aproximada de custo por SKU:
1. Vídeos que você já tem e esqueceu. Verifique primeiro. A maioria das marcas tem imagens de produtos guardadas em um drive compartilhado, de campanhas anteriores, de anúncios em marketplaces ou da entrega bruta de um fotógrafo. A área de recursos de vídeo do Merchant Center também reúne os vídeos que ele detectou nos seus canais sociais conectados e no seu site — abra-a antes de encomendar qualquer coisa, porque a contagem de "seu site" costuma ser zero exatamente pelos motivos de rastreamento descritos acima, e vale a pena conhecer essa lacuna.
2. Conteúdo social e UGC reaproveitado. Seus Reels e TikToks existentes muitas vezes já estão em 9:16, já são focados em produtos e já estão dentro dos limites de duração. Os obstáculos são os direitos e a hospedagem: você precisa dos direitos de licenciamento para uso em marketing e precisa do arquivo, e não de um link para a publicação na rede social.
3. Gerados a partir do que você já tem. Para a maioria dos catálogos, essa é a única abordagem que chega à cobertura total. Se você tem imagens de produtos, pode produzir vídeos curtos em conformidade — pan e zoom sobre fotos de vários ângulos, sequência de cores das variantes, um cartão de especificações, um quadro final promocional — de forma programática, na especificação que o Google exigir, para cada SKU do feed.
É isso que o módulo Video Creative da Feedance faz: ele lê o feed de produtos, gera um vídeo por SKU usando os dados do catálogo e as imagens existentes, exporta em 1:1, 16:9 e 9:16 e hospeda o resultado em URLs estáveis que voltam diretamente para o video_link. A Karaca usou o mesmo pipeline do Creative Suite para produzir 10.000 criativos de Black Friday em duas horas — a mecânica para vídeo é a mesma, alimentada pelo mesmo feed.
4. Produção gravada sob medida. O melhor resultado, com o custo mais alto. Reserve-a para os SKUs que mais geram receita e para os produtos em que o vídeo realmente muda a decisão de compra. Uma regra útil: grave os 5% principais em receita e gere o restante.
A maioria dos catálogos acaba com uma combinação — cobertura gerada na cauda longa, vídeos gravados nos produtos-chave e conteúdo social reaproveitado quando os direitos estão claros.
Uma implementação em 30 dias
Semana 1 — auditoria.
Faça um inventário dos vídeos que você já tem e de onde eles estão. Verifique se o Google consegue rastrear seus caminhos de mídia. Abra Merchant Center → Precisa de atenção e registre sua linha de base. Separe seus 100 principais SKUs por receita e por impressões — eles são seus primeiros alvos.
Semana 2 — piloto com 50 SKUs.
Escolha 50 produtos com vídeos existentes aproveitáveis. Corrija formato, duração, proporção e resolução. Hospede em URLs estáveis e rastreáveis. Envie por um feed suplementar. Acompanhe a validação por uma semana e resolva todos os avisos antes de avançar.
Semana 3 — escale o mapeamento.
Passe de uma planilha manual para uma regra: faça a junção do vídeo com o produto pelo item_group_id e suprima o campo quando não houver vídeo. Amplie a cobertura para todos os produtos que já tenham um vídeo em algum lugar da sua organização.
Semana 4 — feche a lacuna e meça.
Gere vídeos para a cauda longa. Acompanhe dois números: a taxa de cobertura de vídeos (parcela de itens ativos com um video_link válido e em veiculação) e a taxa de erros de validação. Depois, observe a variação da parcela de impressões e do CTR no conjunto coberto em comparação com um grupo de controle reservado.
Esse grupo de controle é importante. A veiculação de vídeos não é garantida em todas as impressões e, sem um grupo de controle, você não conseguirá separar o efeito do vídeo da sazonalidade.
Vale a pena?
Uma resposta honesta: o atributo é opcional, as superfícies de veiculação ainda estão se expandindo e ninguém tem ainda um grande conjunto de dados público sobre o aumento de desempenho.
O que sabemos:
- O campo está ativo e é validado, então é um sinal real, e não um valor apenas armazenado.
- Um vídeo reprovado não pode prejudicar a oferta do produto, então o risco técnico é praticamente zero.
- O Google vem levando consistentemente os feeds de produtos para mídias mais ricas — a mesma atualização da especificação de 2026 elevou a resolução mínima de imagem para 500×500, com exigência a partir de janeiro de 2027, e os feeds de produtos estão sendo estendidos a novas superfícies de exibição.
- Atributos opcionais na especificação do Merchant Center têm um longo histórico de se tornarem fortemente recomendados e, depois, praticamente esperados.
O custo de chegar cedo aqui é algumas horas de trabalho no feed e o que você investir em ativos. O custo de chegar tarde é parecer estático em uma grade em que os concorrentes estão em movimento.
Se quiser saber onde você está antes de se comprometer, nossa ferramenta gratuita de auditoria de feed de produtos avalia seu feed quanto à completude dos dados e à saúde técnica, incluindo quanto do seu catálogo tem mídias aproveitáveis.
Perguntas frequentes
O video_link é obrigatório?
Não. Ele é opcional para todos os produtos e não há penalidade por deixá-lo de fora. Uma cobertura parcial no catálogo é normal e aceitável.
Posso usar uma URL do YouTube?
Sim. A especificação atual do Merchant Center aceita uma URL do YouTube ou uma URL de outro site de hospedagem de vídeos. Artigos mais antigos que afirmam que o YouTube não é aceito no Merchant Center são anteriores à documentação atual. Se você usar uma hospedagem que não seja o YouTube, a URL deve levar a um arquivo de vídeo bruto, e não a uma página com um player.
Quantos vídeos um produto pode ter?
Até 10. Na prática, um vídeo forte supera cinco fracos; adicione um segundo apenas quando ele responder a uma pergunta realmente diferente.
O que acontece se o meu vídeo for rejeitado?
O vídeo é impedido de ser veiculado. A oferta do produto continua sendo veiculada normalmente com suas imagens estáticas. O problema é informado na seção Precisa de atenção do Merchant Center.
Vários produtos podem compartilhar o mesmo vídeo?
Sim, e para catálogos com muitas variantes essa é a abordagem certa. As variantes de tamanho de uma peça de roupa, ou os acabamentos de uma cadeira, podem todos referenciar o mesmo vídeo do produto pai. Só garanta que o vídeo realmente represente o item.
O vídeo precisa ter som?
Não. O áudio é opcional, e a maioria dos contextos de reprodução é sem som. Crie o vídeo para funcionar em silêncio.
Qual é a duração ideal?
A especificação permite de 6 a 240 segundos. Na prática, 8–30 segundos cobrem quase todos os casos de uso de produtos. Vídeos longos são permitidos, mas raramente assistidos em uma grade de shopping.
Isso funciona fora do Google?
O atributo em si é específico do Merchant Center, mas os ativos por trás dele não são. Depois que você tem vídeos por produto em conformidade, hospedados em URLs estáveis, os mesmos arquivos alimentam os anúncios de vídeo de catálogo da Meta, os posicionamentos de catálogo do TikTok e os grupos de recursos da Performance Max. O trabalho de produção se paga em todos os canais em que você atua.
Fontes
- Ajuda do Google Merchant Center — Video link [video_link]: https://support.google.com/merchants/answer/15216925
- Ajuda do Google Merchant Center — Atualização da especificação de dados de produtos de 2026: https://support.google.com/merchants/answer/16989427
- Ajuda do Google Merchant Center — Especificação de dados de produtos: https://support.google.com/merchants/answer/7052112
- Google — Anúncio da expansão dos feeds de produtos: https://business.google.com/us/accelerate/announcements/product-feeds-expansion/

Cofundadora da Feedance, onde aplica mais de 20 anos de experiência em design de produto e de experiência do usuário para definir como os catálogos se tornam criativos. Com forte foco em unir design systems e automação, ela se dedica a ajudar marcas a escalar a qualidade visual sem escalar o esforço de design.
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